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Domingo, Junho 24, 2007


Podcast corporativo é mídia inovadora e dinâmica


Ouvir músicas em iPods ou outros MP3 players já é uma realidade conhecida em alguns países, inclusive no Brasil, principalmente entre os jovens. Podcasts informativos, sobretudo de jornais, revistas e outros veículos de comunicação, crescem também cada vez mais. A tendência, agora, é o surgimento dos podcasts corporativos, um novo canal de relacionamento de empresas e outras organizações com seus públicos estratégicos.

Uma das razões para entender que o mundo corporativo está pronto para absorver esta nova mídia é uma recente pesquisa feita nos Estados Unidos que mostra o perfil do ouvinte de podcast. Quase 50% dos ouvintes têm entre 35 e 54 anos, ou seja, não se trata de uma mídia unicamente voltada aos jovens. Os homens são maioria, assim como pessoas com alto nível de escolaridade e poder de consumo. A pesquisa foi divulgada pelo site eMarketer.

De acordo com Nick Tabbal, da comScore Networks, fonte da pesquisa, não chega a ser uma surpresa que os podcasts atraiam um público com grande poder de consumo e escolaridade. Os ouvintes adultos têm uma preferência especial por conteúdo ligado à área de educação e negócios. Tabbal destaca ainda que o podcast prova ter uma abrangência em termos de faixa etária bem maior do que se supunha no início. Para ler a matéria original do eMarketer, com os dados da pesquisa, clique aqui.

O podcast é uma nova forma de produzir conteúdo digital. São arquivos de áudio, em formato MP3, acessados por meio de páginas na Internet ou Intranet. Podem ser ouvidos diretamente em um site ou transferidos para um computador, por meio de download, para serem ouvidos posteriormente. A palavra podcast deriva da união de iPod (marca do MP3 player da Apple) e broadcast (transmissão de rádio ou TV). É uma espécie de ¿rádio virtual¿.

Hoje, por meio de ¿agregadores de MP3¿, programas gratuitos disponíveis na Internet como o iPodder e o iTunes, já é possível ter acesso a podcasts sem mesmo acessar um site. Nestes agregadores, basta indicar o endereço onde está disponibilizado o podcast para que os arquivos de seu interesse sejam baixados automaticamente.

Um podcast corporativo tem várias vantagens. É possível criar um canal de Comunicação moderno e ágil com os públicos estratégicos, fortalecendo relacionamentos e agregando valor à marca. Por se tratar de um arquivo de áudio, com voz, cria-se uma proximidade maior com os públicos. É uma ferramenta que permite ainda grande mobilidade (pode-se ouvir os programas na web, no iPod, no carro etc). E o valor do investimento é relativamente baixo.

Segundo o instituto norte-americano Bridge Ratings, especializado em pesquisas sobre hábitos e perfil de ouvintes de rádio, o podcast terá, em 2010, uma popularidade similar à da televisão e do rádio convencionais. Ainda de acordo com o instituto, 62,8 milhões de norte-americanos ouvirão podcast regularmente daqui a quatro anos, número 13 vezes maior do que os 4,8 milhões de ouvintes do fim de 2005.

Vale a pena ficar atento à novidade!

(fonte: INsight : http://www.ncouto.com.br)


Seminário "Brasil que Encanta o Cliente

O Grupo Padrão, responsável pelas publicações Consumidor Moderno e B2B Magazine, realiza na próxima segunda-fiera (25) o Seminário "Brasil que Encanta o Cliente", um dos mais importantes eventos sobre relacionamento no Brasil.

Os participantes terão a oportunidade de, em um só dia, ter contato com o que há de melhor no País em relacionamento e encantamento do cliente. Na ocasião, serão apresentados os cases que foram destaque no Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente 2007.


Serviço:

Seminário Brasil que Encanta o Cliente
Data: 25 de junho de 2007
Horário: da 8h30 às 18h15
Local: Vila Noah - R. Castro Verde 266 - Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP
Mais informações: http://www.consumidormoderno.com.br/seminariobrasil




Relações Públicas Comunitárias é tema de livro

A preocupação com a construção da cidadania vem ganhando cada vez mais espaço nas organizações. Para acompanhar essa mudança, faltava à academia e ao mercado profissional um livro que concentrasse informações sobre as possibilidades de cooperação nesse contexto. A obra Relações públicas comunitárias, lançada pela Summus Editorial e organizada por Margarida M. Krohling Kunsch e Waldemar Luiz Kunsch, vem preencher parte dessa lacuna. Com 24 textos de 20 acadêmicos ­ que doaram a renda de seus direitos autorais à Associação Rede Rua, de São Paulo ­, o livro traz experiências enriquecedoras para a formação dos novos profissionais e a atualização dos que já estão em atividade.

A obra concentra o conhecimento de diversos acadêmicos e profissionais envolvidos com a temática. O que antes se limitava a dissertações, teses ou artigos em revistas agora pode ser encontrado em uma espécie de ¿manual¿ sobre as relações públicas comunitárias. Organizado por Margarida M. Krohling Kunsch e Waldemar Luiz Kunsch, o livro é essencial para professores, estudantes e profissionais de relações públicas e de comunicação organizacional.

O profissional que pretende trabalhar pela mudança social, segundo eles, precisa adotar princípios libertadores na aplicação das ¿funções¿ e das ¿técnicas¿ de relações públicas, utilizando o planejamento sistêmico-instrumental de sua atividade para a elaboração de um planejamento político-participativo.

Dividida em quatro partes, traz textos que vão desde a reflexão sobre a sociedade contemporânea e os esforços para construir a cidadania, passando pelas dimensões conceituais da atividade, até as frentes e os instrumentos de atuação concreta no âmbito das relações públicas comunitárias.


Organizadores - Margarida M. Krohling Kunsch é Professora-titular da USP, mestre, doutora e livre-docente pela ECA-USP, onde coordena o curso de Relações Públicas e o curso de pós-graduação lato sensu de Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas. Publicou, entre outras obras, Planejamento de relações públicas na comunicação integrada e Relações públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional, ambos pela Summus. É também organizadora de um grande número de coletâneas de ciências da comunicação. Já Waldemar Luiz Kunsch é filósofo, jornalista, relações-públicas e editor, mestre em Comunicação Social. Foi professor e coordenador do curso de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo, além de editor das revistas Comunicação & Sociedade e Estudos de Jornalismo e Relações Públicas, publicadas por essa instituição. Lecionou a disciplina Relações Públicas Comunitárias de 2003 a 2005. Publicou o livro O Verbo se faz palavra (Paulinas) e organizou várias coletâneas de comunicação social.


A cara do consumidor

Ao completar 8 anos de existência, o Target Group Index, produto do Ibope Mídia, já analisa quase 200 categorias de produtos junto a uma amostra de 17.472 pessoas entre 12 a 64 anos, nas principais regiões metropolitanas de todo o Brasil, que serão ouvidas em duas etapas da pesquisa.

O estudo, realizado pela primeira vez em 1999, permite infinitas possibilidades de investigação, uma vez que traz informações de valores e atitudes comportamentais, incluindo variáveis como consumo de mídia, tecnologia, saúde, finanças, compras, cidadania etc.

¿Com o Target Group Index, o nosso compromisso se estende à inovação e à busca por acompanhar as tendências de consumo dos brasileiros, de forma cada vez mais aprofundada e precisa, com o objetivo de prover infinitas possibilidades de análise aos nossos clientes que acessam esta importante ferramenta¿, afirmou Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia.

Com base na primeira onda da 8ª edição da pesquisa, realizada de julho de 2006 a janeiro de 2007, o Ibope desenvolveu um estudo especial, que dividiu a população em três categorias, a partir de suas opiniões em relação a diversos assuntos e intensidade de consumo dos meios de comunicação. As categorias identificadas e seus respectivos percentuais foram:
. 45% - For fun: solteiros de até 24 anos, pertencentes às classes C e DE. Espelham-se nos personagens das novelas, valorizam marcas divertidas, são impulsivos na hora de fazer compras em supermercado, não querem assumir responsabilidades e revistas são sua maior fonte de conhecimento;
. 27% - Exploradores: com idade média de 32 anos, são solteiros das classes AB, fluentes em inglês e realizam trabalhos voluntários. As pessoas desta categoria têm a internet como maior fonte de informação, são independentes e bem-informadas, principalmente em relação aos avanços tecnológicos. Têm interesse por acontecimentos internacionais e estão plenamente felizes com seu padrão de vida.
. 28% - Analógicos: casados, com mais de 35 anos, normalmente acima do peso. Mais da metade destas pessoas têm alguma criança sob sua responsabilidade. Eles aceitam as pessoas (independente da opção sexual), gostariam de particiar de sorteios e promoções e preferem empresas que combatem as desigualdades sociais.

A partir destes dados, o Ibope Mídia analisou cada um dos grupos pelos seus hábitos e comportamento enquanto consumidores. Algumas das conclusões detectadas foram:
. O 1º grupo prefere pagar a prazo e freqüentemente compra por impulso;
. No grupo de exploradores, as pessoas são mais fiéis às marcas, valorizando aquelas mais refinadas e inovadoras, principalmente as que facilitam seu dia-a-dia;
. Já na 3ª categoria, os consumidores procuram preços mais baixos, preferem adquirir produtos de marcas tradicionais e recebem grande influência dos filhos na hora de gastar.

Além destes dados, o Target Group Index também oferece análises minuciosas em torno dos hábitos e atitudes de compra, consumo dos meios de comunicação etc. A ferramenta oferece um retrato preciso do comportamento e dos hábitos de consumo da população de vários segmentos, por meio de 530 veículos de comunicação e 2.700 marcas distribuídas em 196 categorias de produtos.

[fonte Newsletter Mundo-RP]


"Padrão F": é assim que os internautas lêem


Uma das dicas da consultoria para atrair a atenção é usar palavras fortes no começo de cada um dos primeiros parágrafos - como forma de manter o internauta interessado por mais tempo. Outra medida é concentrar as informações mais relevantes nos primeiros dois parágrafos do texto.

Um lugar para o banner - A pesquisa de rastreamento ocular também pode guiar a maneira como a publicidade aparece em um site. Segundo o autor do livro "E-Life: Idéias vencedoras para marketing e promoção na web", Alessandro Barbosa Lima, os anunciantes de hoje já prestam bastante atenção à parte superior da página, onde normalmente estão dispostos os banners. "É um estudo interessante, mas já se sabia que a parte superior dos websites são as mais importantes", comenta Lima. Para Renato Fridschtein, consultor de marketing especializado em internet, os anunciantes podem seguir as informações do estudo da seguinte forma: "Quando as primeiras linhas não despertarem interessem, os olhos correm para baixo: pois aí está um bom lugar (embaixo) para imprimir seu banner", sugere. "O movimento de descida do olhos reflete uma busca por frases em destaque, que chamem a sua atenção. Se encontrar algo, ele pára. Senão, continua varrendo a página rapidamente", explica o consultor.

Segundo Lima, o principal desafio dos publicitários é vencer a "atenção seletiva" do internauta, que ignora o que não é de seu interesse. "Não adianta apenas saber para onde o internauta olha, mas fazer com que ele exerça alguma interação com o assunto. Nesse sentido, os links patrocinados são mais eficientes do que os banners", diz o especialista.

"Padrão F": é assim que os internautas lêem

"Um estudo realizado pela consultoria norte-americana Nielsen/Norman Group revela uma característica interessante sobre o comportamento das pessoas que utilizam a internet. Trata-se do "padrão F", expressão criada para descrever o caminho que o olho humano costuma percorrer durante a leitura de notícias e textos na web. Primeiro, diz o estudo, o olhar do usuário percorre horizontalmente a parte superior da página. Depois, repete a ação um pouco mais embaixo. Finalmente, o olho faz um percurso vertical de cima para baixo "que, muitas vezes, é vagaroso. Outra conclusão curiosa: normalmente, a pessoa movimenta os olhos com mais velocidade ao ler os textos na web do que ao lê-los em papel. Esse aspecto reforça o nome escolhido para o padrão de leitura na internet: "F" é inicial de fast ("rápido" em inglês). Não por acaso, conclui a pesquisa, os internautas raramente concluem a leitura de um texto.

Para fazer o mapeamento, a Nielsen/Norman observou 232 internautas. Os resultados da pesquisa podem ter implicações na forma como são organizadas as páginas na internet. Segundo a consultoria, como as pessoas lêem de forma diferenciada na web, o responsável pelo conteúdo precisa escrever de forma diferente também.


[fonte Newsletter Mundo-RP]